Cisma de Ginete
Português

Letra de Cisma de Ginete

ÁlbumDo Rio Grande Antigo
Ano1997
GêneroNativista
Duração4:57
Idioma originalPortuguês
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Tamanho 18

Letra original

PT
Eu cresci na moda antiga com a guaica empanzinada Andejei léguas de campo as vezes cortando geada Lá onde o horizonte finge ser o fim da estrada Lá onde o horizonte finge ser o fim da estrada Amanuciei queixo de potro pra poder sentar arreio Por mais ventena que seja eu entendo os seus anseios Ençilho e finco esporas e deixo mascando freio Ençilho e finco esporas e deixo mascando freio (Levo a vida de a cavalo e a fama de ser ventena Sou campeiro sou ginete nasci prá gastar chilena) Repontei boi estraviado embretado nas taquaras Matreiro desde mocito a cisma ninguém me apara Fui criado a pão de milho com graxa de capivara Fui criado a pão de milho com graxa de capivara O tempo mesmo atrevido nunca me quebrou o cacho Desmanchei tala de mango esfolando anca de macho Só me assusta as cruzeira e um potro criado guacho Só me assusta as cruzeira e um potro criado guacho

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