Rumos
Português

Letra de Rumos

ÁlbumTimbre de Galo
Ano1991
GêneroNativista
Duração4:55
Idioma originalPortuguês
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Letra original

PT
Ouvindo a cachoeira, Uruguai murmurando O tempo se vai Eu sigo matando Na tarde caliente, Me voy timoneando Memórias e rumos, no peito escarceando Memórias e rumos, no peito escarceando Na bela quietude, chega o momento Que as águas conversam Num triste lamento Vozes e temos se perdendo ao vento E o mundo afora no Rio pensamento E o mundo afora no Rio pensamento No mate costeiro, de olhos a fio Eu vi o Rio, matando de Mano Na outra barranca Abre o peito um paisano Sapucay na garganta ao mundo Haragano Sapucay na garganta ao mundo Haragano Um dia levanto, resolvo ir em frente Pois venho da Raça, que fez continente Porque sou baliza na própria vertente Renasço nas brasas do fogo ainda quente Renasço nas brasas do fogo ainda quente

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