Última Tourada Real Em Salvaterra
Português

Letra de Última Tourada Real Em Salvaterra

GêneroCuarteto
Duração4:05
Idioma originalPortuguês
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Tamanho 18

Letra original

PT
Conta-nos a tradição Que em tempos que já lá vão O Pombal, em franca guerra Acabou p’ra nunca mais Com as touradas reais Em praças de Salvaterra Toureava nesse dia Ante nobre fidalguia O jovem Conde dos Arcos Cujo sangue valoroso Por capricho desditoso Na arena ficou em charcos De Marialva, o Marquês Olha o touro que desfez O seu filho tão amado E diz a El-rei, com fervor Eu vos juro meu senhor O Conde será vingado El-rei nega por temor Mas desvairado p’la dôr O Marquês saltou pr'á praça E vinga com decisão Pela sua própria mão O sangue da sua raça Então El-rei, que chorava Ao ministro que aguardava Disse: Marquês de Pombal Jamais, fica ordenado Haverá no meu reinado Outra tourada real

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