Vide-Vida Marvada
Português

Letra de Vide-Vida Marvada

ÁlbumTerno de Missa
Ano1989
GêneroRegional
Duração4:04
Idioma originalPortuguês
Visualizações310.7K
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Tamanho 18

Letra original

PT
Corre um boato aqui donde eu moro Que as mágoas que eu choro são mal ponteadas Que no capim mascado do meu boi A baba sempre foi santa e purificada Diz que eu rumino desde menininho Fraco e mirradinho, a ração da estrada Vou mastigando o mundo e ruminando E assim vou tocando essa vida marvada É que a viola fala alto no meu peito humano E toda moda é um remédio pros meus desenganos É que a viola fala alto no meu peito humano E toda mágoa é um mistério fora deste plano Pra todo aquele que só fala que eu não sei viver Chega lá em casa pruma visitinha Que no verso ou no reverso da vida inteirinha Há de encontrar-me num cateretê Há de encontrar-me num cateretê Tem um ditado tido como certo Que cavalo esperto não espanta a boiada E quem refuga o mundo resmungando Passará berrando essa vida marvada Cumpadi meu que envelheceu cantando Diz que ruminando dá pra ser feliz Por isso eu vaqueio ponteando E assim procurando a minha flor-de-lis É que a viola fala alto no meu peito humano E toda mágoa é um mistério fora deste plano Pra todo aquele que só fala que eu não sei viver Chega lá em casa pruma visitinha Que no verso ou no reverso da vida inteirinha Há de encontrar-me num cateretê Há de encontrar-me num cateretê

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