A Tragédia da Cor
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Letra de A Tragédia da Cor

ÁlbumO Manifesto da Arte Periférica
Ano2001
GêneroHip Hop Rap
Duração2:54
Idioma originalPortuguês
Visualizações1.6K
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Tamanho 18

Letra original

PT
Aê, my brother Sandro, A vida não tá fácil Eu que não tenho cor Ando de trajes negros Você bem sabe em que ponta A corda sempre arrebenta Mas ninguém sabe da dor Da tragédia da cor Negra São sobreviventes, arestas, anomalias, fato Fruto da exclusão social neoliberal Eu escutei um tiro A bala saiu da ponta Da caneta do ministro Do deputado, do senador Que nunca que nunca abre mão Da sua corrupção diária, rotineira Aê, my brother Sérgio, A vida não tá fácil Eu que não tenho cor Ando de trajes negros Você bem sabe em que ponta A corda sempre arrebenta Não se percebe a doutrina de violência e ódio Nas torcidas organizadas de futebol

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