O Conto do Rei - Sukuna (Jujutsu Kaisen)
Portuguese

O Conto do Rei - Sukuna (Jujutsu Kaisen) lyrics

GenreHip Hop Rap
Original languagePortuguese
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Original lyrics

PT
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Cabe a certos seres A impureza dessa farsa Todos que evitam e se afastam da desgraça Forjam suas crenças sob um véu mais obscuro Caos que longe passa de um ideal seguro Se trouxer aos demais um tirano ao reinar, seria um tolo Sem ver quem irá retalhar, e de sua volta viu a esperança vagar Chama vil, e os corpos pra empilhar Então o mal que caminhava e marchava em direção arrasava a terra vasta, o quanto bastava ambição Seu desejo, mal de todos, logo ao caos já abraçou Em um mar de desespero tudo se queimou Sábios eram os feiticeiros, dentre eles, um havia que da força se gabava, que o mundo ele mudaria Sangue junto a esse horror, que até deuses temeria Esse posto não é seu, se assim o queria Tolo fora um menino que suas partes digeria, pois nunca imaginava quanta dor isso traria E, no fim, ao mal maior se curvou Todas as forças que tinha, essa culpa agora é sua de todas as vidas Resplendor tal carmesim, não só o sangue que há em ti Entrelinhas, fim do mundo Corte seja o mais profundo Vulgar pavor que cega-te, seria a dor que viu por si? O mundo a volta desabar, ruínas tomam conta do lugar Não pode Fazer nada Céu vermelho, denso, quanto sentiu? Nesse pouco instante tudo esvaiu Retinas viram chegar o final E toda criação se curvou ao mal A penumbra, olhos, tudo em um fio Era um rei que o corte, o mundo dividiu Pois o campeão decidiu assim Sukuna é o começo, o meio e o fim Inferno é eufemismo desde que se instaurou Pra todo esse abismo, só fé que restou Largai-vos, ser cruel, que nunca a lhes voltou Olhou com tanto faz diante a seu pavor Como disseram antigos, a morte virá Os que experiencia relatar vão findar Responder caos com caos, só se for mais que a vida Conseguir é só crença de suicida Onde sábios não tornam-se mais que reféns como tanto avisaram Não sobra ninguém, esse posto tem dono E esforço é em vão, alas abram-se para o campeão Tudo é seu, Sukuna Diga meu, quem parar? O seu eu dom fará, só os seus pra implorar Céu vermelho, denso, quanto sentiu? Nesse pouco instante tudo esvaiu Retinas viram chegar o final E toda criação se curvou ao mal A penumbra, olhos, tudo em um fio Era um rei que o corte, o mundo dividiu Pois o campeão decidiu assim Sukuna é o começo, o meio e o fim Pobre feiticeiro, há um terror maior que pensa Um bem mais verdadeiro, que vai além da sua crença Hesitar, ver seu corpo travar, deve desesperar A feição sumir num olhar

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