L’APPEL DU VIDE (part. Luedji Luna e Kamau)
Portuguese

L’APPEL DU VIDE (part. Luedji Luna e Kamau) lyrics

GenreHip Hop Rap
Original languagePortuguese
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Original lyrics

PT
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Porque a chuva inspira tanto? Lembra o pranto, lembra o quanto tanta falta de acalanto Fez mal, tal qual luto, o desencanto do são É, Brown, sou eu de novo buscando a flor no lixão Inferno astral em cena, sem trilha, sem trilho Tento reacender uma centelha Com mais de uma centena de poema na cartilha Maltrapilho feito o gato que briga em cima da telha Escrevo barras e barras se passei barras e barras Na intenção de ser feliz, puta paradoxo Complexo tipo eu, tipo Narciso de mal com o reflexo Seria um livro de Krenak vendido num Oxxo Toma essa no plexo, espectador Se a canção é triste, imagina o cantor Pediste a vida de um artista ao céu, fi, é um réu Cuja alma grita help enquanto sorri pra selfie Qual o destino da canção? Qual o destino da canção? Será que ela vale? (Se jogar sem rede, se afogar com sede) (Disparar sem saber direção) Qual o destino da canção? Qual o destino da canção? Será que ela vale? (Se é questão de bênção ou maldição) (Um passo do céu ou do chão) Ter o destino em minhas mãos Não era, mas parecia um abismo Fechei os olhos e fui assim mesmo E eu que sempre cantei minhas asas nos pés Me vi caindo no buraco de vez Volto pra casa é acalanto De madrugada enquanto chovia Sempre acordava de tanto barulho Não era choro, apenas eram os ecos da minha poesia Me consolava até o raiar do dia Mostra pra esses cú como é que faz, fia Logo você, que veio da Bahia Porque não confia? Cansada de tanto pular, eu sei Que eu nasci para voar também Agora quero andar num lugar Gramado e limpo assim, verde como o mar Qual o destino da canção? Qual o destino da canção? Será que ela vale? (Se jogar sem rede, se afogar com sede) (Disparar sem saber direção) Qual o destino da canção? Qual o destino da canção? Será que ela vale? (Se é questão de bênção ou maldição) (Um passo do céu ou do chão) Ter o destino em minhas mãos Daqui de cima, vejo cada carro que passa Cada dia que não volta, não importa o que faça Na outra via, pro outro lado, pro destino da massa Distraído ouvi (cuidado!) Imagina se amassa e eu só tenho essa (brigado) Se eu tenho pressa era lá embaixo que eu tava Procurando no vazio, alguma coisa faltava Será que (eu voo)? Se eu não volto faz falta ou abre um caminho Pra coisas melhores virem, me solto e falo sozinho (por quê?) Não sei se junto ou separado no caso Razão ou causa, me debato enquanto nado no raso Ouvi que nada é acaso, se me agilizo, me atraso Do nada briso: E se, diz que, disse, vice não me definisse? Vish, muita hipótese, pouco fato A gravidade diz que é lei, eu acato Sentindo o chão, abstrato Me vi lembrança em algum porta retrato, (até) Qual o destino da canção? Qual o destino da canção? Será que ela vale? (Se jogar sem rede, se afogar com sede) (Disparar sem saber direção) Qual o destino da canção? Qual o destino da canção? Será que ela vale? (Se é questão de bênção ou maldição) (Um passo do céu ou do chão) Ter o destino em minhas mãos

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