O Poder do Oprimido
Portuguese

O Poder do Oprimido lyrics

GenreHip Hop Rap
Duration4:05
Original languagePortuguese
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Original lyrics

PT
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As mudancas não se produzem de maneira espontanea No quadro critico consumido por substancias O que e bom sempre floresce mesmo em meio as chamas Curando para além da patologia anatomica Paradoxalmente, Gil Vicente do mundo moderno Pegue a barca e desce até as arraias do inferno Sem Glimorium Verum entenda o inimigo Mesmo sem o vies do Salomao maconico Ainda acredito que a fe pode salvar Mesmo com o Cristo de olho azul do quadro na sala Verossimilhanca torna-se minha crenca E como vinho em sangue torna-se a bênção em blasfemia Tristeza, culpa, medo, solidão e vergonha Traz a superioridade de uma populacao a outra Pela instrumentalidade do poder de Hobbes O soberano causa acao absoluta de morte As escritas de Hans Kelsen aqui não são puras São calamidade de homens brancos que usam toga Meu oficio mostra a beleza da liberdade Mas você precisa entender metamorfose O arregimento não ditam so os seus atos Ditam ideias, sentimentos e todos seus passos Pela cultura do medo que já e programada Usam controle mental de base traumatica A ambicao envenenou a alma dos homens Erguemos um murro de odio ao redor do mundo Nos atirou dentro da miseria e também do odio Nos desenvolvemos a velocidade mas nos fechamos em nos mesmo As maquinas que nos trouxeram mudancas nos deixaram desamparados Nossos conhecimento nos deixaram sinico Nossa inteligência duros e impiedosos Nos pensamos de mais, sentimos muito pouco Mais do que maquinario precisamos de humanidade O abstrato de Hilma Af Klint ficou como exemplo Pacificando o espírito, regrado de medo Sem estimativas, prescrita sobrou execucao Alinhamento do psiquico sente o corpo no chão A cada passo caminhado sobre o vento na cara Com cheiro podre do corpo definhando na vala Foi motivado pra Georgiana pintar sua visão E mostra pra você outras supersticao Os pacos da vida também estao no Necronomicon Onde rebelaram a fundacao do templo salomonico Uma crenca estipulada pra salvar almas E não cumpri medida infundada politizada Verossimil na sua história romantizada Como a Cleopatra vingativa mumificada Pra que a luz se conheceu a escuridao Refletindo um mundo em ebulicao Todo discurso caloroso traz uma mera lembranca De um passado dissolvido pela arrogancia De querer vencer pelo sangue derramado Sem a estrategia do espírito condenado Abrace a causa como Lupita Amondi A lei da vida lhe mostra como e ser coadjuvante De uma história vingativa de guerra Sem prescricao benvindo a nova era Para aquele que pode me ouvir eu digo, não se desespere A infelicidade que caiu sobre nos e consequência apenas da ambicao Da angustia do homem, que teme os caminho do progresso humano O odio do homem ira passa, os ditadores morreram E o poder que eles tiraram do povo retornara então para o povo Embora o homem morra a liberdade jamais perecera Soldados não se entreguem a esses frutos

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