Não Largo de Mão
Portuguese

Não Largo de Mão lyrics

AlbumAcústico, Vol. 1
Year2009
GenreSertanejo
Duration3:09
Original languagePortuguese
Views228
AaReading settings
Text size 18

Original lyrics

PT
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Me emponcho de experiência e estrada Dos cavalos que domei De tropa cruzando cochilhas Carreteadas que troteei Lançante, brete, quadra e campo Emponchado em chucros corcoviei A cada corcovio um laçaço Domando a vida me criei Chega um tempo me paro abancado Por vez me pergunto onde é ofício pra mim Porque um taura na lida envelhece E a vida parece que é xucra no fim Ontem o mango, hoje o peso da cuia Me enverga a coluna que eu caia no chão Pra este véio essa cuia é uma crina Morte grudado é sina, não largo de mão Chega um tempo me paro abancado Por vez me pergunto onde é ofício pra mim Por que um taura na lida envelhece E a vida parece que é xucra é no fim Ontem o mango, hoje o peso da cuia Me enverga a coluna que eu caia no chão Pra esse véio esta cuia é uma crina Morte grudado é sina, não largo de mão Lembrar rebolca o pensamento Solavanca a solidão Pois mandalete de fazenda Não dá rédea ao coração Fui piazito muntado num sonho Ter meu rancho, minha criação Fui maneaado das rédeas do tempo Sem cavalos e arreios no chão Chega um tempo me paro abancado Por vez me pergunto onde é ofício pra mim Por que um taura na lida envelhece E a vida parece que é xucra é no fim Ontem o mango, hoje o peso da cuia Me enverga a coluna que eu caia no chão Pra esse véio esta cuia é uma crina Morte grudado é sina, não largo de mão Chega um tempo me paro abancado Por vez me pergunto onde é ofício pra mim Por que um taura na lida envelhece E a vida parece que é xucra é no fim Ontem o mango, hoje o peso da cuia Me enverga a coluna que eu caia no chão Pra esse véio esta cuia é uma crina Morte grudado é sina, não largo de mão

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