Hyakkimaru (Dororo)
Portuguese

Hyakkimaru (Dororo) lyrics

GenreHip Hop Rap
Duration3:33
Original languagePortuguese
Views2.2K
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Text size 18

Original lyrics

PT
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Duas, duas Duas espadas no lugar dos braços Pareço um monstro, sem um ponto fraco Sem pele, sem boca, e sem ouvidos Enxergo a aura dos meus inimigos Não tenho tato, não tenho medo Não tenho pernas, tudo é de mentira Esses meus olhos são apenas de vidro Pareço um demônio, mas salvei sua vila Se eu tô, se eu tô falando agora É porque minha voz eu recuperei Dororo viu de perto, hah, mano eu sou a lei Num pega pra briga, que hoje tô rounin Andarilho que trampa de fabricar fim A cada demônio que mato, é assim Recupero uma parte! Uma parte de mim! Num pega pra briga, que hoje tô rounin Andarilho que trampa de fabricar fim A cada demônio que mato, é assim Recupero uma parte! Uma parte de mim! (Uma parte de mim!) Quantos demônios matei Maldito corpo eu recuperei Cheiro a sangue, feito de próteses Ó que humano aqui me tornei Quantos demônios matei Maldito corpo eu recuperei Cheiro a sangue, feito de próteses Ó que humano aqui me tornei Culpa da mãe, por eu estar vivo Culpa do pai, por eu parecer isso Um monstro criado, por puro egoísmo Quem negocia a alma do próprio filho? Tá tudo guardado, e eu olhei pra morte Não deixa eu morrer, que eu volto mais forte Olharam de baixo e eu cortei de cima As estatuas quebraram, é demônio na mira! O castelo caindo, enquanto eu me levanto Sangue samurai, nas chamas tão gritando Se não bastasse, eu tenho um irmão Crescido em berço de ouro, patrão Não é pela grana, mas é por justiça Porque mereci quase perder a vida? Claro, por sorte, você foi meu tesouro Obrigado por tudo, né dororo? Dororo, dororo, dororo Obrigado por tudo, né, dororo? Quantos demônios matei Maldito corpo eu recuperei Cheiro a sangue, feito de prótese Ó que humano aqui me tornei Quantos demônios matei Maldito corpo eu recuperei Cheiro a sangue, feito de prótese Ó que humano aqui me tornei Agora que eu consigo ver Vejo tanto sangue aqui E se tua vida eu poupei É porque eu descobri a vida em mim Mas não posso aceitar Eu sei que pode doer Mas só quero encontrar Você, dororo, quando eu aprender A valorizar o meu novo eu Dororo, dororo, dororo Obrigado por tudo, né dororo? Dororo, dororo, dororo Domo arigato né dororo

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