Devaneios (2007)
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Devaneios (2007) şarkı sözleri

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Metin boyutu 18

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Em alta velocidade O pensamento viaja e me leva Na entranha uma adaga me passa E em questão de segundos A dor já me cega Quente o sangue escorre É fria a sensação que me envolve Devaneio frustrante quimera Bem-vindo ao fantástico mundo de code Paisagem obscura poesia concreta Presságio na força do hábito Habitável em mim Sonhos manipulando meu fraco Na cabeça lembranças De mais de mil luas passadas Mil coisas Embaraçados trajetos Me trazem dilemas na escolha Personagens de várias Ocasiões situações infindas Abrem alas pra uma razão Que me motiva E em cada passo um verso De um fato um ato lúcido Ao que me prelúdio Me pasmo sendo o vulto Reflete em meu espelho a honra Sem mérito, com receio Vou ligeiro, me atiro certeiro Com alto pretexto A procura do que me cativa E que me embriaga Quase em silêncio na varando Ouvindo música clássica Que visita a alma Tira o transe e me alivia O arrogante presente Me cria abandono E a mente vicia Em me deixar aos cantos Presumindo o que me virá Causando à mente o transtorno Que nunca sei se findará Vou pela madrugada Vagando num corpo de tralha Busco a transformação E um copo na risca É quem me retarda E me prepara Pra infindáveis Incontáveis passos Para um futuro descente No grande colapso E disparando o coração Respiro ofegante em sufoco A distância a morte me segue Me cega o espírito torto Tolo vou no tipo Radical romântico e único Code-san rima psique Deprimente ao modo lúdico Lustrando em cada personagem Um lado relutante Abrangendo aos seres da imaginação De eras distantes Constantemente assimilando momentos Que são presentes Cada qual numa visão Forjando os variados tempos Alternando em motivos De credores e desamores Conturbando adentro E as falhas produzindo temores Em agregadas situações Onde o caos impera O medo insere na alma O espírito fera E o clima é de guerra Num plano onde casos Podem ser letais Que nem faz diferença Onde não respeitam seus valores E sim aparência Almas pro céu Corpos ao leu sem retorno Se o gosto amargo é de fel Meus sentidos pedem socorro Vou até a reta final Mesmo num temporal O segmento é o mesmo Romântico, tolo e radical O pensamento longe de alcance Me fazendo fraco Honrado eu desembarco Em meu mundo e se me refaço Fatos e mais fatos Rasgando minha mente a fundo Vagueio em mim, e reluzente Vejo a luz no fim do túnel Confuso, me pergunto Num dilema qual é o caminho? Opções alheias me distraem E me roubam o destino Me, condenando a viver um outro Desprezado por alguém Na cegueira de impulso entregue Também sem revolta me faço refém Porém a distância de um E outro segundo se torna uma eternidade Conturbado na falta de um bom passatempo Me vejo num voo miragem Num dia de céu sem Sol Numa tempestade de ideias malucas Minha profecia já se completa Minha força interna se torna ultra Ao reciclar milhares de sons E milhares de poesias bélicas Serei artefato em museu de ética Com herdeiros pro fóssil que me resta O herói que habita em mim Será nada mais nada menos que um mito Contemplado por poucos, os próximos Pelo resto no mundo esquecido Por isso equilibro num livro aberto E em meu livre arbítrio sou mais um fulano Vendo cada um de mim, que esvai sem rumo Em busca de um sonho

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