Unidos da Tijuca - Samba-Enredo 2026
Português

Unidos da Tijuca - Samba-Enredo 2026 şarkı sözleri

TürSamba Enredo
Orijinal dilPortuguês
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Metin boyutu 18

Orijinal sözler

PT
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[Enredo: Carolina Maria de Jesus] (Carolina de Jesus) (Sou Carolina Maria de Jesus, aquela que venceu a fome) (Escrevendo o Brasil) Sou a liberdade, mãe do Canindé Muda essa história, Tijuca Tira do meu verso a força pra vencer Reconhece o seu lugar e luta Esse é o nosso jeito de escrever Muda essa história, Tijuca Tira do meu verso a força pra vencer Reconhece o seu lugar e luta Esse é o nosso jeito de escrever Eu sou filha dessa dor Que nasceu no interior de uma saudade Neta de Preto Velho que me ensinou os mistérios Bitita cor, retinta verdade Me chamo Carolina de Jesus Dele herdei também a cruz Dele herdei também a cruz Olhe em mim, eu tenho as marcas Me impuseram sobreviver Por ser livre nas palavras Condenaram meu saber Fui a caneta que não reproduziu A sina da mulher preta no Brasil Os olhos da fome eram os meus Justiça dos homens não é maior que a de Deus Meu quarto foi despejo de agonia A palavra é arma contra a tirania Os olhos da fome eram os meus Justiça dos homens não é maior que a de Deus Meu quarto foi despejo de agonia A palavra é arma contra a tirania Sonhei sobre as páginas da vida Ilusões tolhidas no sistema algoz Que tenta apagar nossa grandeza Calar a realeza que resiste em nós Dos salões da burguesia aos barracos do Borel Onde nascem Carolinas, não seremos mais os réus Por tantas Marias que viram seus filhos crucificados Nas linhas da vida, verbo na ferida, deixei meu legado Meu país nasceu com nome de mulher Sou a liberdade, mãe do Canindé Muda essa história, Tijuca Tira do meu verso a força pra vencer Reconhece o seu lugar e luta Esse é o nosso jeito de escrever Muda essa história, Tijuca Tira do meu verso a força pra vencer Reconhece o seu lugar e luta Esse é o nosso jeito de escrever Eu sou filha dessa dor Que nasceu no interior de uma saudade Neta de Preto Velho que me ensinou os mistérios Bitita cor, retinta verdade Me chamo Carolina de Jesus Dele herdei também a cruz Dele herdei também a cruz Olhe em mim, eu tenho as marcas Me impuseram sobreviver Por ser livre nas palavras Condenaram meu saber Fui a caneta que não reproduziu A sina da mulher preta no Brasil Os olhos da fome eram os meus Justiça dos homens não é maior que a de Deus Meu quarto foi despejo de agonia A palavra é arma contra a tirania Os olhos da fome eram os meus Justiça dos homens não é maior que a de Deus Meu quarto foi despejo de agonia A palavra é arma contra a tirania Sonhei sobre as páginas da vida Ilusões tolhidas no sistema algoz Que tenta apagar nossa grandeza Calar a realeza que resiste em nós Dos salões da burguesia aos barracos do Borel Onde nascem Carolinas, não seremos mais os réus Por tantas Marias que viram seus filhos crucificados Nas linhas da vida, verbo na ferida, deixei meu legado Meu país nasceu com nome de mulher Sou a liberdade, mãe do Canindé Muda essa história, Tijuca Tira do meu verso a força pra vencer Reconhece o seu lugar e luta Esse é o nosso jeito de escrever Muda essa história, Tijuca Tira do meu verso a força pra vencer Reconhece o seu lugar e luta Esse é o nosso jeito de escrever Muda essa história, Tijuca Tira do meu verso a força pra vencer Reconhece o seu lugar e luta Esse é o nosso jeito de escrever

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