Gislaine, o universo não liga pra você (Nem eu)
Portuguese

Gislaine, o universo não liga pra você (Nem eu) lyrics

AlbumPoemas, parênteses, prompts e patifarias
Year2026
GenreAlternative Rock
Original languagePortuguese
Views9
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Text size 18

Original lyrics

PT
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Aconselho a todo mundo Ainda mais os emocionados A não esperarem muito A não entregarem muito E se puder ser muito Seja mas só se for consigo Porque ninguém merece Nem um, nem um mesmo, nem mesmo a gente Ah, vá se foder! Não é por achar que o universo conspira Que não seja inocência de apostador Ou falha de quem duvida da mentira Sim, o cosmos não se comove Com sua vida, a mesmo que você prove Alguma significância (e sei, não é o caso) Aliás, eu sei também, e você sabe Que ninguém é porra alguma exceto pra si Pra si, só pra si (alguns nem pra mãe) Ah, vá se foder! Não é por achar que o universo conspira Que não seja inocência de apostador Ou falha de quem duvida da mentira E possivelmente (certamente!) Com toda certeza (que bela merda) Crê em horóscopo, suco detox Constelação familiar e (Puta que pariu!) Homem legendário No Pedro Sampaio No Padre Marcelo Caso de família Na fila de órgãos Talento da Anitta Na tarifa zero Crente voluntário No céu de São Paulo Sotaque do Rio Na Elba Ramalho Na morte do Bowie Café com Deus pai Nos filmes da Marvel Novelas da Globo Pagode que presta Dueto da Gaga Na antivacina No descanso pago No golpista nato No trisal sincero Só a cabecinha No Lollapalooza No disco do Iron Na vida confusa Na Marina Sena No que se repete Repete Repete até brindar com bosta Dentro de uma taça O vinho barato Que não tem sentido Tal Filipe Catto Outro sertanejo Com dupla maldita Que me sangra tanto Quanto ouvir o mito Na Pabllo Vittar Chupeta, Léo Dias Ou na Marimar Na terceira via Pobre a celebrar A parcela do Kia No Tchan, no Latino No coentro e na salsa No futuro vindo Sem caber na calça No Dudu Camargo Virgínia Fonseca No Felipe Neto Na bosta do mundo A descer do reto Com total certeza Que sorrir pro feio Não lhe dá beleza Na sinuca velha No beck molhado Cheio de saliva De quem quis fiado Na esquerda livre No temor gentil Que quer ser Alanis Não Inês Brasil No Dino Fonseca No tal do Seu Jorge Com Mateus ou outro Qualquer do estilo Entre ser o Jão Ou, pior, Vercilo Ser o Capital ou o Jota Quest E nunca importar Em temperar sem alho Tudo que se engole E depois é falho Na casa de vidro Ou na do caralho

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