Bugre do Mato
Portuguese

Bugre do Mato lyrics

AlbumBugre do Mato
Year2024
GenreNativista
Original languagePortuguese
Views8.4K
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Text size 18

Original lyrics

PT
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Quando a tarde vai embora E aumenta mais a saudade Olhando pela janela A imensidão da cidade O destino por maleva Na cidade me embretou E as vezes fico pensando A mim mesmo perguntando Se ainda sei quem eu sou Eu sou um bugre do mato Que o destino deu um pialo Sou capataz de fazenda Sem apero e sem cavalo Eu sou o Rio Grande antigo Caminhando pela rua Fazendo rondas gaúchas Em cada quarto de Lua Eu sou um Quero-Quero triste Que campeia onde pousar Eu sou a vertente d'água Que não parou de pulsar Eu sou o próprio ginete Gineteando campo à fora Sou roseta ensanguentada Sou madrugadas de geada Sou saudade lá de fora Eu sou um bugre do mato Que o destino deu um pialo Sou capataz de fazenda Sem apero e sem cavalo Eu sou o Rio Grande antigo Caminhando pela rua Fazendo rondas gaúchas A cada quarto de Lua Sou rancho de Santa Fé Sou guarda-fogo de angico Que vai queimando solito No borraio do galpão Eu tenho a raça de peão Que morre, mas não se entrega E a cidade não agrada Quem cresceu pisando geada E dormindo nas macega Eu sou um bugre do mato Que o destino deu um pialo Sou capataz de fazenda Sem apero e sem cavalo Eu sou o Rio Grande antigo Caminhando pela rua Fazendo rondas gaúchas A cada quarto de Lua

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